sábado, 11 de setembro de 2010

Foi-se a chuva...

...e veio o sol. Nada é constante. Tudo parece ser passageiro e transitório. Quase tudo. Poucas coisas são permanentes e que valem a pena. O que sucede ao que vai é quase sempre monótono, aborrecido. Sem inspiração, sem vida e sem alma. Mas não a chuva e nem o sol.

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